quinta-feira, 5 de maio de 2011

Evolucionismo: aceitação e rejeição no séc. XXI

Ciência Hoje.
Revista N° 256
Vol° 43
Janeiro/Feveiro de 2009
Resumo 

A idéia da evolução biológica provocou uma mudança radical na maneira como enxergamos a natureza e a nós mesmos. Após o surgimento dessa ideia a diversidade genética dentro de uma epécie deixou de ser vista como defeito de fabricação, tornando-se a matéria prima para evolução.

entretanto, no momento em que se comemoram, os 150 anos da publicação do livro A origem das espécies, do naturalista inglês Charlie Darwin. O debate criacionista versus evolucionista parece não ter arrefecido. Um movimento de forte cunho religioso religioso tem, nos últimos anos, tentando impor ao sistema público de ensino uma visão religiosa da origem  evolução da vida.

Neste cenário destaque-se o papel de algumas organizações criacionistas norte-americanas, como o instituto para pesquisa de criação ( The institute for creating) e cultura do instituto discovery.

Eles tentam justificar o ensino de outras teorias além da evolução biológica, como forma de incentivar o debate e o senso crítico dos alunos. seguindo essa estratégia e liderados professor de direito Philip Johnson, da Universidade de Berkeley , os criacionistas norte-americanos fundamentaram, no início dos anos 90, um movimento denominado Desenho Inteligente. O principal objetivo desse movimento é dar uma roupagem científica a seus argumentos para transformar o criacionismo em uma teoria respeitável e, de preferência, no meio desse processo, desacreditar a teoria da evolução.


Uma pesquisa realizada em 34 países e publicada em agosto de 2006 pela revista científica Sciense mostra que, na Dinamarca, Islândia, Suécia e França mais de 80% dos adultos aceitam como verdadeira a teoria da evolução, percentual que fica em 78% no Japão. Nos EUA, porém somente cerca de 40% dos adultos acham essa teoria válida. 


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